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Reflexão Ano Novo

20 dez

“Para sonhar um ano novo que mereça este nome, você, meu caro, tem de merecê-lo, tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil, mas tente, experimente, consciente. É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre.”

 (Carlos Drummond de Andrade)

 

Breve comentários sobre bons modos

20 dez

Bom, primeiro quero me desculpar com os(as) leitores(as) que sempre passam por aqui e não têm nada a ver com isso. Hoje, quando abri o painel do blog, tinha um comentário demasiado irônico sobre o post que eu fiz tecendo o meu ponto de vista sobre as minhas aulas de ballet.

Ai chegou a leitora Karina, sabe-se lá seu real nome, me chamando de “querida” e me aconselhando a saber que ballet é uma arte. Ok, só uma dúvida: Eu falei que não era? Vai mudar o conceito do ballet clássico devido à minha opinião? HAHAHHA Lógico que não né, mas assim, deixa a fulana se expressar né?

Sou obrigada a escrever sobre isso, afinal, até a “blogosfera” requer um mínimo de bom senso, educação, modos, etc. Não estou dizendo que a fulana não tenha, pode ter esquecido em algum lugar, nunca se sabe. Além disso, nem vou julgar a criatura, tempo não fica dando sopa por ai…

Por fim, o Gênio ama comentários tá? Desde que sejam produtivos. Comentários, e-mails com sugestões, sempre tentamos fazer o melhor. O blog é, antes de mais nada, um apanhado das nossas opiniões, necessidades, da nossa vida. Esse não é o primeiro problema do Gênio, nem será o ultimo!!

Sorry pelo desabafo, mas querendo ou não, essas coisas acabam incomodando um pouquinho.

Beijinho, E.

Opinião 3D

19 out

Mas Shrek é bom e em 3D é legal :(

Pensamento Chanel

11 set

“A natureza lhe dá o rosto que você tem aos 20. A vida talha o rosto que você tem aos 30. Mas depende de você merecer o rosto dos 50.”

Eu mereço!

 

Reflexão…

2 set

Somewhere

26 ago

“I want to live where soul meets body”

Bicicleta

24 ago

“Daisy, Daisy, diga logo que aceita ir… Você ia ficar linda de carona na minha bicicleta” – Harry Dacre

Como usar o ferro para desamassar os maus momentos

24 ago

por Bella Freud, estilista.

“No início da adolescência, quando já sentia as primeiras marolas do turbilhão de hormônios que viria nos anos seguintes, eu comecei a passar roupa para os meus vizinhos aos sábados, para conseguir um dinheiro só meu.

Nós morávamos no que havia sido parte de uma importante propriedade rural no coração de Ashdown Forest. Nossa casa era a antiga lavanderia, e os vizinhos moravam no que fora a cocheira. Era um casal de militares de reserva, muito simpático, mas que pertencia a um mundo totalmente diferente do nosso. Eu não tinha certeza se saberia passar as roupas direito, mas estava precisando de dinheiro para comprar… bem, qualquer coisa.

Joan, minha patroa, me levou até um quartinho no andar de cima lotado de peças amarrotadas. Ela mesma não parecia uma grande conhecedora das técnicas para usar o ferro de passar, mas a lição que me deu ali acabou sendo uma das mais úteis que já aprendi na vida: “Primeiro, vista a camisa na tábua e passe a pala e a parte de trás do colarinho. Depois, cuide dos punhos, seguidos pelas mangas. Passe as laterais em seguida, e volte para as costas. O derradeiro golpe [bem, talvez ela não tenha usado essas palavras] deve ser dedicado ao colarinho.” Eu segui as instruções ao pé da letra e descobri que levava jeito para a coisa. Depois comecei a improvisar um pouco, sem acreditar que a sequência mostrada por ela pudesse fazer tanta diferença – mas pude comprovar que fazia, sim! Foi como tentar mudar a rotina de um bebê: você troca alguma coisa e tudo fica confuso, não anda; é só cumprir as etapas na sequência certa que a simetria e a ordem imperam.

Logo, veio meu 13º aniversário, e os hormônios saíram de controle. Leonard Cohen gritava nos auto-falantes. Mas, quando me debruçava na tábua de passar roupa, tudo ganhava ordem e método: pala, colarinho, punhos, manga, laterais, costas… e colarinho de novo! Eu era uma boa passadeira, tinha orgulho de sê-lo e, estranhamente, passar roupa me fazia bem. Quando mais tarde virei punk rocker e fui morar em Londres, às vezes, enquanto esperava a hora de ir para a boate, eu resolvia dar a mim mesma um presentinho especial e abria a tábua de passar.”

De fato

22 ago

Poooor favor

7 ago